"Frescos, doces e sumarentos", assim se espelham os Maria Clementina. São compostos por quatro personagens desenhados a preto e branco (imagem gráfica assinada pela ilustradora Vanessa Teodoro - SuperVan), de quatro artistas nacionais e cuja verdadeira identidade é desconhecida. Raquel Menina é a vocalista, Juca Pavico o responsável pela guitarra, piano e voz, Enrique Mita pelo baixo, banjo e ainda voz e Manuel de Malta pela bateria, theremin e outros instrumentos.
Maria Clementina
"Frescos, doces e sumarentos", assim se espelham os Maria Clementina. São compostos por quatro personagens desenhados a preto e branco (imagem gráfica assinada pela ilustradora Vanessa Teodoro - SuperVan), de quatro artistas nacionais e cuja verdadeira identidade é desconhecida. Raquel Menina é a vocalista, Juca Pavico o responsável pela guitarra, piano e voz, Enrique Mita pelo baixo, banjo e ainda voz e Manuel de Malta pela bateria, theremin e outros instrumentos.
Artistas portugueses
Frankie Chavez - Talvez o melhor blues português feito actualmente, na minha opinião. Destaco, do pouco que ouvi a I don't belong e a Time Machine.
BLK JKS
Festa do Fado 2010
3, 10, 17 E 24 JUNHO
QUINTAS, 19H
MUSEU DO FADO
Entrada livre M/3
SEXTAS E SÁBADOS, 22H
CASTELO DE SÃO JORGE
12,5€ (preço único), Bilhetes à venda na ticketline e bilheteira do Castelo de
São Jorge (t:21 880 0620), M/3
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| CRISTINA BRANCO CONVIDA JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA E CARLOS BICA 4 JUNHO | SEXTA, 22H |
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| A NAIFA CONVIDA CELESTE RODRIGUES 5 JUNHO | SÁBADO, 22H |
11 JUNHO | SEXTA, 22H
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| PAULO DE CARVALHO CONVIDA ANA SOFIA VARELA 18 JUNHO | SEXTA, 22H |
19 JUNHO | SÁBADO, 22H
25 JUNHO | SEXTA, 22H
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| KÁTIA GUERREIRO & MARISA LIZ 26 JUNHO | SÁBADO, 22H |
5, 12, 19 E 26 JUNHO | SÁBADOS, 22H
FÁBRICA DO BRAÇO DE PRATA
8 € (preço único), Bilhetes à venda na Fábrica do Braço de Prata, Rua da
Fábrica do Material de Guerra, nº1 (Poço do Bispo), M/16
Ricardo Parreira - guitarra portuguesa
Marco Oliveira - viola de fado
Yami - baixo
| Rodrigo |
6, 20 E 27 JUNHO | DOMINGOS, 19H
Entrada livre / M/3
Jaime Santos - viola de fado
António Moliças - viola baixo
8, 15 E 22 JUNHO | TERÇAS, 23H
CHAPITÔ
Entrada livre / M/16
Às terças no Bartô (Bar do Chapitô)
Slash
- 1. Ghost (Ian Astbury/Izzy Stradlin) 3:34
- 2. Crucify The Dead (Ozzy Osbourne) 4:04
- 3. Beautiful Dangerous (Fergie) 4:35
- 4. Back from Cali (Myles Kennedy) 3:36
- 5. Promise (Chris Cornell) 4:41
- 6. By The Sword (Andrew Stockdale) 4:50
- 7. Gotten (Adam Levine) 5:05
- 8. Doctor Alibi (Lemmy Kilmister) 3:07
- 9. Watch This (Dave Grohl/Duff McKagan) 3:46
- 10. I Hold On (Kid Rock) 4:10
- 11. Nothing To Say (M. Shadows) 5:27
- 12. Starlight (Myles Kennedy) 5:35
- 13. Saint Is A Sinner Too (Rocco DeLuca) 3:28
- 14. We're All Gonna Die (Iggy Pop) 4:30
Samuel Úria
Encontrei-o por acaso, num concerto de bolso. E hoje descobri que estou entre os seus principais ouvintes no last.fm. Refiro-me a Samuel Úria, que considero óptimo entertainer, pelas oportunidades que tive de assistir a performances live.
Natural de Tondela, hoje com 30 anos e professor “nómada” de Educação Visual, estabeleceu-se desta vez por Lisboa por força do lançamento de “Nem Lhe Tocava”.
Mas Samuel Úria não é novo nestas andanças da música. Em 2003 iniciou-se com "O Caminho Ferroviário Estreito", editado pela baptista FlorCaveira e reunia 15 canções gravadas por si mesmo, acabando por passar 5 anos indiferente ao público. Em 2008, com um público mais vasto, editou o EP "Em Bruto", composto por 5 temas – destaque para Barbarella e Barba Rala –, actualmente esgotado. Agora, após sucessivos atrasos, o cantor lança "Nem Lhe Tocava" (2009), um primeiro disco sério, em parceria com a Valentim de Carvalho.
Nos seis anos que separam os álbuns, a música de Samuel Úria mudou. “É um disco, por um lado, mais comercial, mas por outro, menos comercial”, considera o cantautor. “Hoje em dia, se fores um gajo mais ou menos marginal, como eu sou, e não fizeres musica estritamente alternativa, corres o risco de vender menos”.
Para além disto, o seu futuro é uma incógnita. “Chegámos a um certo patamar sem saber como lá fomos parar. Não sei o que vai acontecer no futuro, podemos ser surpreendidos e podemos não o ser. Não sei.”
Não resisti a publicar a deliciosa descrição de Jacinto Lucas Pires sobre o trabalho do cantautor.
Samuel sobre os abismos
Se António fundia Braga e Nova Iorque, Samuel atravessa Dylan e Paião, Vitorino e Waits. Se Variações soube pôr mundo no Minho, Úria põe este mundo no outro, e o outro neste, e tudo em breves canções orelhudas. Mas, por favor, nada de mal-entendidos. Este artista é de sínteses, não é sintético. Isto é música muito humana, de carne e osso, verdadeira e impura, cordas, respirações, arranhões, falsetes. Um cantautor a sério a brincar com o seu tesouro. O quê, nomes, História? Bem, vamos a isso: Zeca Afonso, António Variações, Sérgio Godinho e – Samuel Úria. Sim, isso mesmo. E não, não é nenhum “por exemplo”.
Esta música não tem medo de atacar o clichê mesmo no meiinho, naquele ponto onde ele é mais sensível. Vira-o, desvira-o, reinventa-o de tal maneira que, quando damos por nós, estamos a olhar-nos ao espelho destes monumentos disfarçados de coisa respigada. Para os alternativos, fica o aviso: não se assustem com o aparato de produção, não há aqui nenhum “compromisso”, nenhuma “cedência”. Pelo contrário, este “Nem Lhe Tocava” (que título do caraças, meu) é objecto perigoso, perigosíssimo. E, para os convencionais, só um recado: ouçam sem preconceitos, sem pressas, com a calma possível, no meio do mundo, e depois vejam que tal. Em verdade vos digo, Samuel Úria é tão bom que devia ser proibido. Ele compõe, escreve, toca, canta, teatra, arranja, dispara mais rápido que qualquer sombra, faz tanto e tudo bem. Mais que bem, brilhantemente, incrivelmente, genialmente, despretensiosamente. Mas, pois, não me puxem pelo advérbio.
Podia falar de “Não arrastes o meu caixão” – quando primeiro a ouvi, arrisquei que era um fado-spaghetti, agora não sei se não será mais um western-sarrabulho – ou de “Rua da Fonte Nova, 171” – um ar-de-blues ao mesmo tempo comovente e contido – ou de “Teimoso” – sucesso pop em falsete fabuloso que põe Beck e PREC na mesma faixa –, mas, num disco destes, é demasiado difícil escolher só uma canção, só duas, só três. À volta de “Nem lhe tocava” devia haver uma fita vermelha com o aviso: aqui há mesmo 12 canções.
Não, para falar desta grandeza, temos de nos socorrer dos clássicos, não há hipótese. Samuel Úria diz-se “músico ligeiro”, mas o facto é que estas canções conseguem, e citemos Drummond, “erguer-se em arco sobre os abismos”.
Jacinto Lucas Pires
More Than A Thousand

Os More Than a Thousand são uma banda oriunda de Setúbal. Apesar de a banda original já não ser a mesma, os únicos que se mantêm desde o início são o Vasco Ramos (vocalista), Sérgio Sousa (Guitarrista) e Filipe Oliveira (Guitarrista), e apesar de já vários membros terem entrado e saído os MTAT conseguiram sempre manter-se estáveis e nunca terminar.
Desde 2001 contam com:
- 1 Demo
> Two Songs...An Endless Body Count (2005)
01. Walking On The Devil's Trail
02. This City Is A Graveyard
- 3 EP's:
> Those In Glass Houses Shouldn't Throw Stones (2001)
01. I Woke Up Early On The Day I Died
02. Visual Understanding
03. Morning In 82' Avenue
04. Ordinary Explanation
05. Story To Change
06. Thing That Makes Me Breathe
07. Weather
08. Girl
> Too Many "Teen Massacre" Horror Movies (2004)
01. It's The Blood, There's Something In The Blood
02. You've Been Sleeping And Yes This Is An Hospital
> Volume III: Mar (2007)
01. The Waves Will Come
02. Artic
03. One Wave Short Of A Shipwreck
04. The Portuguese Man Of War
- 2 Álbuns:
> Volume I: Trailers Are Always More Exciting Than Movies (2004)
01. The Beautiful Faces Hide Witches Part I
02. The Beautiful Faces Hide Witches Part II
03. None Of Us Will See Heaven
04. Trip To Goth'Am City*
05. Another Page I Read
06. In Loving Memory (Lifeflashes)*
07. I Woke Up Early On The Day I Died
08. Jumping Gardens and Passing Streets
09. Sreliart
> Volume II: The Hollow (2006)
01. The Hollow*
02. Somber I
03. Everyone, Everywhere, Everything Ends
04. Memories and Addictions
05. Somber II
06. The Red River Murder
07. The Burden
08. My Lonely Grave
09. Somber III
10. From Hell...
11. Cease Fire (SOS)
12. Have You Ever Dreamed You Are Falling?
13. The Virus
*Clicar para ver o vídeo
Hoje é o último concerto da tour de Apresentação do novo álbum em Portugal, no MusicBox (Cais do Sodré - Lisboa), com os MenEater e os Hills Have Eyes.
Após este concerto, seguir-se-á uma tour europeia que passará por Espanha, Holanda, Bélgica, Polónia e Alemanha.
Os MTAT marcarão também presença, na edição do Rock In Rio - Lisboa 2010, no dia 30 de Maio.
Smashing Pumpkins
Mão Morta - Pesadelo em Peluche
Vinte e cinco anos após o primeiro concerto da banda, os Mão Morta apresentam o seu 12º álbum de originais numa vertente mais crua e directa. Segundo Adolfo Luxúria Canibal, este foi inspirado no livro “A Feira de Atrocidades” de J. G. Ballard onde “a questão aí levantada da nova percepção do real que o panorama mediático e cultural instituído pela moderna comunicação de massas induz no indivíduo.”
Lançado no mercado no passado dia 19 de Abril, será apresentado ao vivo no dia 29 do mesmo mês no Coliseu dos Recreios. Para consulta de mais informações, aqui fica o myspace da banda.
É mais fácil perceber como voa um avião, é mais fácil antever a chegada de um tufão.
Do que achar no manual, instruções para deslindar, os novelos da paixão.
Before The Torn - Burying Saints
Não têm um estilo definido, mas as 12 faixas com guitarradas todas harmónicas, aqueles momentos de baterias rápidas e técnicas e a voz agressiva que não suspira um segundo não deixam muito mais a desejar.
"Burying Saints" é, na minha opinião, um albúm excelente e muito melhor que o anterior "Behind Every Treason", lançado em 2006 e com apenas 5 faixas.
Sou um grande apoiante de bandas portuguesas e aposto um grande sucesso com esta estreia, que claramente sai da normalidade.
É associada a mais bandas portuguesas como: Twentyinchburial, For The Glory, Devil In Me, We Are The Damned, More Than A Thousand, Hills Have Eyes e Switchtense.
Apesar do albúm já ter saído em 2009, como todas as bandas portuguesas, esta nem nos arredores se conhece, (quanto mais o novo albúm!) porque desde 2007 que fazem concertos com bandas portuguesas e desde então nunca elevaram a fasquia, contrariamente a 20IB, HHE e MTAT.
Até dia 14 de Maio estão a dar concertos em Espanha e regressam dia 15 de Maio para um concerto na Casa de Lafões. Uma verdadeira noite de cacetada com os Bleed From Within, 13 Degrees to Chaos e For Godly Sorrow. Vão também estar no Revolver Bar, que atraiu muitas atenções com os We Are The Damned e Converge, no dia 8 de Julho.
Aconselho muito Btt porque são, sem dúvida, uma banda em ascensão!
Feromona - novo cd
Os rumores da contratação deram em burburinho, mais tarde em informação por confirmar e, finalmente, em coisa mais que sabida e comentada. Na mesma medida, as expectativas criaram-se em ponto grande: a Amor Fúria meteu a Feromona no seu cardápio. O vídeo que agora se apresenta é a prova disso mesmo: a Companhia de Discos do Campo Grande vestiu os três rapazes do roque em tronco nu. Agora é a vez da Feromona suar o jersey da nova equipa com a energia do disco que aí vem. E ele, o disco, aquele cujo nome ainda não pode ser pronunciado, fará a sua primeira aparição pública dia 15 de Maio, um sábado que se espera de amor, de fúria, de canções eléctricas e de imaginários hollywoodescos. Será então altura de rumar ao Musicbox e ouvir o sucessor de "Uma Vida a Direito". Pouco depois, dia 19 de Junho, o grupo sobe ao Porto, para concerto no Plano B.













