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Maria Clementina



"Frescos, doces e sumarentos", assim se espelham os Maria Clementina. São compostos por quatro personagens desenhados a preto e branco (imagem gráfica assinada pela ilustradora Vanessa Teodoro - SuperVan), de quatro artistas nacionais e cuja verdadeira identidade é desconhecida. Raquel Menina é a vocalista, Juca Pavico o responsável pela guitarra, piano e voz, Enrique Mita pelo baixo, banjo e ainda voz e Manuel de Malta pela bateria, theremin e outros instrumentos.
Trata-se de uma banda geograficamente separada, que ensaia e compõe de forma cósmica, ou seja, à distância virtual da internet. Assim, as formas terrenas dos alter-egos que constituem a banda só se juntam verdadeiramente em estúdio para gravar.
Segundo o Myspace dos Clementinas, consta que «a banda nasceu, verdadeiramente, na cabeça de Manuel de Malta no exacto momento em que os seus lábios pousaram nos de Raquel Menina pela primeira vez - ocasião em que, em vez dos habituais fogos de artifício, Manuel de Malta diz ter começado a ouvir um conjunto de acordes maiores em progressão cromática tocados por um órgão Cassione de 1982. "Se um dia tivermos uma filha, chamamos-lhe Maria Clementina" terá dito, embriagado pelos cabelos cor de clementina de Raquel e pelo amor que logo ali sentiu, ainda que sem perceber por que carga de água (ou sumo de clementina) o Cassione tinha vindo substituir os foguetes do costume. "Uma filha? Primeiro faz-me uma banda, depois logo se vê", respondeu Raquel Menina a cantar e com o espírito prático que, apesar das aparências, a caracterizava.»
Com um estilo que classificam como ruralo-pop-inconformado, os Maria Clementina lançaram como single de avanço o tema "Veio a Maria Clementina", que fica no ouvido e protagoniza o anúncio do B! Clementina, sendo também divulgado nas rádios para abrir o apetite de todos.
E abrir o apetite para quê? Para um EP com 4 músicas. que está a propósito a ser distribuído com a edição de Julho de 2010 da BLITZ - nº49. As músicas foram compostas em parceria entre os artistas que assinam Manuel de Malta e Enrique Mita, o "cowboy de Tondela". Sabe-se por último que o grupo não pensa para já dar concertos nem editar qualquer álbum.

Por fim, a pergunta que assola a mente de muitos: "Quem são os Clementinas?!" Bom, quanto ao Manuel, nos locais que pesquisei não detectei sugestões dos cibernautas  acerca de nomes para a sua verdadeira identidade. Relativamente à voz feminina, aponta-se para o verdadeiro nome de Raquel artistas como Susana Félix, Maria de Medeiros ou mesmo Lena d'Água, mas não existe consenso. Porém, escrevendo agora unicamente de acordo com os meus sentidos, naquilo que concerne ao Clementina Enrique não tenho quase dúvida de que se trata do senhor Úria (que interpreta a primeira parte do single já mencionado), enquanto que o Clementina Juca dá pelo verdadeiro apelido de Bettencourt (interpreta a segunda parte do single, se assim se pode dizer). Alguém tem mais opiniões? É favor partilhar.
Para conhecerem melhor o projecto Maria Clementina consultem o seguinte link, considerei engraçado. Por ora é tudo, podem visionar supra o clip "Veio a Maria Clementina".

Artistas portugueses

Se se registarem neste site, Optimusdiscos, mesmo para quem é de outra rede, podem sacar várias bandas portuguesas, de diferentes géneros, legalmente e com downloads fáceis e rápidos, para quem já conhecia isto, parabéns.

Frankie Chavez - Talvez o melhor blues português feito actualmente, na minha opinião.  Destaco, do pouco que ouvi a I don't belong e a Time Machine.


You can't win, Charlie Brown -  Já devem ter ouvido falar, mas se calhar ainda não ouviram, uma mistura de folk com indie rock, aconselho a ouvir (daquelas que é bom ouvir à noite na cama) é difícil comparar a algo, mas talvez Walkmen ou mesmo The National mas não tão melódico. Oiçam a sad song ou a melódica.

Tiguana Bibles - Primeiro que tudo, a vocalista é muito, muito fofinha, quase o Alex Turner.. É rock, rock alternativo, com uma voz muito, mas mesmo muito agradável e um ritmo melancólico, indie, chamem-lhe o que quiserem. Aconselho a Lost Words e a Child Of The Moon.

Depois digam-me o que acharam destas bandas. Abraços.


BLK JKS


 BLK JKS - Black Jacks

Ora em tempo de Mundial até fica um pouco foleiro falar de uma banda que conhecia por causa do próprio evento e da mediatização que ele gera em torno do país organizador, no entanto, enquanto lia a ípsilon, revista que sai com o Público às sextas, deparei-me com um texto que falava da cultura musical emergente na África do Sul, apesar de não incidir directamente no rock nem nesta banda, num quadrado à margem falavam deles, fiquei curioso.
Os BLK JKS são, como já devem ter percebido, sul africanos, de Joanesburgo, formados em 2000, têm um álbum e dois ep's, actualmente só ouvi o álbum, é de 2009. Em termos gerais fiquei um pouco impressionado, pois além de uma voz que achei bastante agradável gostei das composições. O género? É complicado definir, dos primórdios pode-se dizer que é indie, pois a editora é independente, no entanto as músicas são um misto entre o experimental o alternativo e o progressivo não esquecendo alguns ritmos africanos, podia dar exemplos de músicas, mas ainda não conheço suficientemente o álbum. Concluindo, são engraçados e são uma boa banda para ouvir num género de música de fundo do café, ou quando queremos estar deitados a ouvir qualquer coisa que nos deixe bem. Mas isto são pormenores cada um ouve quando quiser!





Festa do Fado 2010

Tirado de Lisboa 10: 
PÔR-DO-FADO
3, 10, 17 E 24 JUNHO
QUINTAS, 19H
MUSEU DO FADO
Entrada livre M/3
Quatro concertos, quatro reportórios é o mote para este conjunto de instrumentais ao final da tarde, onde a guitarra portuguesa é a protagonista. A carta-branca foi entregue a José Manuel Neto, um dos mais importantes guitarristas da actualidade. Todas as quintas José Manuel Neto traz um convidado especial. 
3 Junho - Camané
10 Junho - Aldina Duarte
17 Junho - Maria Amélia Proença 
24 Junho - Rão Kyao

-/-
 
FADO NO CASTELO
SEXTAS E SÁBADOS, 22H
CASTELO DE SÃO JORGE
12,5€ (preço único), Bilhetes à venda na ticketline e bilheteira do Castelo de
São Jorge (t:21 880 0620), M/3

CRISTINA BRANCO CONVIDA JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA E CARLOS BICA
4 JUNHO | SEXTA, 22H
A NAIFA CONVIDA CELESTE RODRIGUES
5 JUNHO | SÁBADO, 22H

PEDRO MOUTINHO & TIAGO BETTENCOURT
11 JUNHO | SEXTA, 22H






PAULO DE CARVALHO CONVIDA ANA SOFIA VARELA
18 JUNHO | SEXTA, 22H




 
JOÃO FERREIRA ROSA, MARIA DA FÉ, BEATRIZ DA CONCEIÇÃO E MARIA DA NAZARÉ CONVIDAM ARGENTINA SANTOS
19 JUNHO | SÁBADO, 22H

 







RICARDO PARREIRA CONVIDA CANTORES DE COIMBRA: PROF. MACHADO SOARES, DR. LUÍS GÓIS E ANTÓNIO ATAÍDE
25 JUNHO | SEXTA, 22H

 




KÁTIA GUERREIRO & MARISA LIZ
26 JUNHO | SÁBADO, 22H

-/-

NOITES DE FADO
5, 12, 19 E 26 JUNHO | SÁBADOS, 22H
FÁBRICA DO BRAÇO DE PRATA
8 € (preço único), Bilhetes à venda na Fábrica do Braço de Prata, Rua da
Fábrica do Material de Guerra, nº1 (Poço do Bispo), M/16




Hélder Moutinho - voz e anfitrião
Ricardo Parreira - guitarra portuguesa
Marco Oliveira - viola de fado
Yami - baixo




-/-

Rodrigo
NA IGREJA DE SANTO ESTÊVÃO
6, 20 E 27 JUNHO | DOMINGOS, 19H
Entrada livre / M/3
Fernando Silva - guitarra portuguesa
Jaime Santos - viola de fado
António Moliças - viola baixo

-/-

NOITES DE FADO
8, 15 E 22 JUNHO | TERÇAS, 23H
CHAPITÔ
Entrada livre / M/16
Às terças no Bartô (Bar do Chapitô)


Ricardo Rocha - guitarra
Marco Oliveira - viola
João Penedo - contrabaixo



Muito fado estas férias!




Slash


Difícil de enquadrar historicamente, no entanto este post será com o intuito de informar acerca da actualidade.
Slash, homem dos seus 44 anos, a fazer 45 este ano e britânico, quem ainda não o conhece só pelo nome deveria se suicidar, no entanto é bastante conhecido pela enorme cabeleira e com o habitual chapéu/cartola.
Com a formação dos Guns N' Roses, 1985, que não vou aqui falar, pois espero que exista um dia destes um post próprio para eles, Slash figura como um dos principais impulsionadores da banda, talvez não tanto como Axl Rose no plano publicitário ou de imagem dos Guns mas pela musicalidade e pelos seus solos principalmente. Em 1994 Slash decide abandonar os Guns, por problemas com Axl Rose, muitos destes problemas eram oriundos, basicamente, de pequenas disputas entre eles em relação à preponderância de cada um na banda.

Logo após a sua saída, Slash criou Slash's Snakepit, que lançaram dois álbuns, um em 1995 e outro em 2000, a formação é totalmente diferente dos dois cd's e actualmente a banda está inactiva.

Após isto, Slash, em 2004, criou os Velvet Revolver, com dois ex-integrantes dos Guns e o vocalista dos Stone Temple Pilots, a banda lançou até agora dois álbuns e actualmente estão sem vocalista que voltou à sua banda original.

Chegando a 2010, Slash lança um cd com músicas novas, e com artistas convidados de renome, o cd chama-se Slash, tem vários artistas de diferentes estilos e décadas, com composições que considero muito boas. Eis o cd:
Finalizando, Slash e as suas Gibson Les Paul vêm a Portugal no próximo mês, no dia 22 no Coliseu do Porto e no dia 23 no Coliseu dos Recreios.


Samuel Úria


Encontrei-o por acaso, num concerto de bolso. E hoje descobri que estou entre os seus principais ouvintes no last.fm. Refiro-me a Samuel Úria, que considero óptimo entertainer, pelas oportunidades que tive de assistir a performances live.


Natural de Tondela, hoje com 30 anos e professor “nómada” de Educação Visual, estabeleceu-se desta vez por Lisboa por força do lançamento de “Nem Lhe Tocava”.


Mas Samuel Úria não é novo nestas andanças da música. Em 2003 iniciou-se com "O Caminho Ferroviário Estreito", editado pela baptista FlorCaveira e reunia 15 canções gravadas por si mesmo, acabando por passar 5 anos indiferente ao público. Em 2008, com um público mais vasto, editou o EP "Em Bruto", composto por 5 temas – destaque para Barbarella e Barba Rala –, actualmente esgotado. Agora, após sucessivos atrasos, o cantor lança "Nem Lhe Tocava" (2009), um primeiro disco sério, em parceria com a Valentim de Carvalho.

Nos seis anos que separam os álbuns, a música de Samuel Úria mudou. “É um disco, por um lado, mais comercial, mas por outro, menos comercial”, considera o cantautor. “Hoje em dia, se fores um gajo mais ou menos marginal, como eu sou, e não fizeres musica estritamente alternativa, corres o risco de vender menos”.


Para além disto, o seu futuro é uma incógnita. “Chegámos a um certo patamar sem saber como lá fomos parar. Não sei o que vai acontecer no futuro, podemos ser surpreendidos e podemos não o ser. Não sei.”


Não resisti a publicar a deliciosa descrição de Jacinto Lucas Pires sobre o trabalho do cantautor.



Samuel sobre os abismos


Se António fundia Braga e Nova Iorque, Samuel atravessa Dylan e Paião, Vitorino e Waits. Se Variações soube pôr mundo no Minho, Úria põe este mundo no outro, e o outro neste, e tudo em breves canções orelhudas. Mas, por favor, nada de mal-entendidos. Este artista é de sínteses, não é sintético. Isto é música muito humana, de carne e osso, verdadeira e impura, cordas, respirações, arranhões, falsetes. Um cantautor a sério a brincar com o seu tesouro. O quê, nomes, História? Bem, vamos a isso: Zeca Afonso, António Variações, Sérgio Godinho e – Samuel Úria. Sim, isso mesmo. E não, não é nenhum “por exemplo”.


Esta música não tem medo de atacar o clichê mesmo no meiinho, naquele ponto onde ele é mais sensível. Vira-o, desvira-o, reinventa-o de tal maneira que, quando damos por nós, estamos a olhar-nos ao espelho destes monumentos disfarçados de coisa respigada. Para os alternativos, fica o aviso: não se assustem com o aparato de produção, não há aqui nenhum “compromisso”, nenhuma “cedência”. Pelo contrário, este “Nem Lhe Tocava” (que título do caraças, meu) é objecto perigoso, perigosíssimo. E, para os convencionais, só um recado: ouçam sem preconceitos, sem pressas, com a calma possível, no meio do mundo, e depois vejam que tal. Em verdade vos digo, Samuel Úria é tão bom que devia ser proibido. Ele compõe, escreve, toca, canta, teatra, arranja, dispara mais rápido que qualquer sombra, faz tanto e tudo bem. Mais que bem, brilhantemente, incrivelmente, genialmente, despretensiosamente. Mas, pois, não me puxem pelo advérbio.


Podia falar de “Não arrastes o meu caixão” – quando primeiro a ouvi, arrisquei que era um fado-spaghetti, agora não sei se não será mais um western-sarrabulho – ou de “Rua da Fonte Nova, 171” – um ar-de-blues ao mesmo tempo comovente e contido – ou de “Teimoso” – sucesso pop em falsete fabuloso que põe Beck e PREC na mesma faixa –, mas, num disco destes, é demasiado difícil escolher só uma canção, só duas, só três. À volta de “Nem lhe tocava” devia haver uma fita vermelha com o aviso: aqui há mesmo 12 canções.


Não, para falar desta grandeza, temos de nos socorrer dos clássicos, não há hipótese. Samuel Úria diz-se “músico ligeiro”, mas o facto é que estas canções conseguem, e citemos Drummond, “erguer-se em arco sobre os abismos”.

Jacinto Lucas Pires


More Than A Thousand


Os More Than a Thousand são uma banda oriunda de Setúbal. Apesar de a banda original já não ser a mesma, os únicos que se mantêm desde o início são o Vasco Ramos (vocalista), Sérgio Sousa (Guitarrista) e Filipe Oliveira (Guitarrista), e apesar de já vários membros terem entrado e saído os MTAT conseguiram sempre manter-se estáveis e nunca terminar.

Desde 2001 contam com:

- 1 Demo

> Two Songs...An Endless Body Count (2005)
01. Walking On The Devil's Trail
02. This City Is A Graveyard

- 3 EP's:

> Those In Glass Houses Shouldn't Throw Stones (2001)
01. I Woke Up Early On The Day I Died
02. Visual Understanding
03. Morning In 82' Avenue
04. Ordinary Explanation
05. Story To Change
06. Thing That Makes Me Breathe
07. Weather
08. Girl

> Too Many "Teen Massacre" Horror Movies (2004)

01. It's The Blood, There's Something In The Blood
02. You've Been Sleeping And Yes This Is An Hospital

> Volume III: Mar (2007)
01. The Waves Will Come
02. Artic
03. One Wave Short Of A Shipwreck
04. The Portuguese Man Of War

- 2 Álbuns:

> Volume I: Trailers Are Always More Exciting Than Movies (2004)
01. The Beautiful Faces Hide Witches Part I
02. The Beautiful Faces Hide Witches Part II
03. None Of Us Will See Heaven
04. Trip To Goth'Am City*
05. Another Page I Read
06. In Loving Memory (Lifeflashes)*
07. I Woke Up Early On The Day I Died
08. Jumping Gardens and Passing Streets
09. Sreliart

> Volume II: The Hollow (2006)
01. The Hollow*
02. Somber I
03. Everyone, Everywhere, Everything Ends
04. Memories and Addictions
05. Somber II
06. The Red River Murder
07. The Burden
08. My Lonely Grave
09. Somber III
10. From Hell...
11. Cease Fire (SOS)
12. Have You Ever Dreamed You Are Falling?
13. The Virus

*Clicar para ver o vídeo

O novo álbum Volume IV: Make Friends And Enemies, estará à venda a partir de dia 3 de Maio de 2010, sendo que a preview do mesmo está disponível no MySpace.

Hoje é o último concerto da tour de Apresentação do novo álbum em Portugal, no MusicBox (Cais do Sodré - Lisboa), com os MenEater e os Hills Have Eyes.
Após este concerto, seguir-se-á uma tour europeia que passará por Espanha, Holanda, Bélgica, Polónia e Alemanha.
Os MTAT marcarão também presença, na edição do Rock In Rio - Lisboa 2010, no dia 30 de Maio.


Aqui fica 1 vídeo que demonstra um pouco do que será o novo álbum, gravado entre amigos para amigos:





Smashing Pumpkins

Os Smashing Pumpkins foram formados em 1988, já lá vão 22 anos, o primeiro álbum foi lançado em 1991 (Gish), álbum que nunca ouvi, no entanto, lançaram, após esse, mais 6 álbuns, singles conhecidos como a Zero; Try, try, try; Landslide, Bullet with butterfly wings; 1979, etc. Após o álbum em 2000, Billy Corgan(vocalista) pensou que seria melhor acabar com o grupo. Formou em 2003 uma banda chamada Zwan que apenas produziu um cd (Mary star of the sea) em 2003, a banda não teve muito sucesso ficando-se apenas por este álbum mas com uma musicalidade bastante semelhante a Smashing, fez após isso um álbum a solo (The Future Embrace) em 2005, resolvendo voltar aos Smashing Pumpkins em 2007 com um novo álbum, Zeitgeist, álbum mais político mas que no entanto fugiu bastante à imagem que a banda tinha criado anteriormente, sendo assim o seu retorno não foi tão caloroso como se esperava, no entanto este ano eles estão a lançar um novo álbum, chamado teargarden by kaleidyscope, com cerca de 44 músicas, 4 das quais disponíveis para download gratuito , destaque para a "a song for a son". 
Infelizmente não se calcule que eles venham a Portugal, pelo menos este ano. 
Para finalizar, são já uma banda  e uma personalidade carismáticas no mundo da música e do rock alternativo da década de 90.
Aqui fica um dos clips mais interessantes deles:

Mão Morta - Pesadelo em Peluche

Vinte e cinco anos após o primeiro concerto da banda, os Mão Morta apresentam o seu 12º álbum de originais numa vertente mais crua e directa. Segundo Adolfo Luxúria Canibal, este foi inspirado no livro “A Feira de Atrocidades” de J. G. Ballard onde “a questão aí levantada da nova percepção do real que o panorama mediático e cultural instituído pela moderna comunicação de massas induz no indivíduo.”

Fã da banda, desde a primeira escutadela do álbum “Primavera de Destroços”, não poderia deixar passar esta oportunidade de vos recomendar uma das melhores bandas a nível nacional envolta numa musicalidade obscura.

Lançado no mercado no passado dia 19 de Abril, será apresentado ao vivo no dia 29 do mesmo mês no Coliseu dos Recreios. Para consulta de mais informações, aqui fica o myspace da banda.

Como ainda não foi feita a adjudicação semanal e, aproveitando a maré de novidades, deixo-vos o videoclip do primeiro single editado, a música “Novelos de Paixão”.



É mais fácil perceber como voa um avião, é mais fácil antever a chegada de um tufão.

Do que achar no manual, instruções para deslindar, os novelos da paixão.

Before The Torn - Burying Saints


BTT. Os "BBT" são os Before The Torn. Um banda portuguesa de Lisboa que está a atrair cada vez mais gente. Desde amantes de hardcore / metal a alternativo / indie.
Não têm um estilo definido, mas as 12 faixas com guitarradas todas harmónicas, aqueles momentos de baterias rápidas e técnicas e a voz agressiva que não suspira um segundo não deixam muito mais a desejar.
"Burying Saints" é, na minha opinião, um albúm excelente e muito melhor que o anterior "Behind Every Treason", lançado em 2006 e com apenas 5 faixas.
Sou um grande apoiante de bandas portuguesas e aposto um grande sucesso com esta estreia, que claramente sai da normalidade.
É associada a mais bandas portuguesas como: Twentyinchburial, For The Glory, Devil In Me, We Are The Damned, More Than A Thousand, Hills Have Eyes e Switchtense.
Apesar do albúm já ter saído em 2009, como todas as bandas portuguesas, esta nem nos arredores se conhece, (quanto mais o novo albúm!) porque desde 2007 que fazem concertos com bandas portuguesas e desde então nunca elevaram a fasquia, contrariamente a 20IB, HHE e MTAT.
Até dia 14 de Maio estão a dar concertos em Espanha e regressam dia 15 de Maio para um concerto na Casa de Lafões. Uma verdadeira noite de cacetada com os Bleed From Within, 13 Degrees to Chaos e For Godly Sorrow. Vão também estar no Revolver Bar, que atraiu muitas atenções com os We Are The Damned e Converge, no dia 8 de Julho.
Aconselho muito Btt porque são, sem dúvida, uma banda em ascensão!

Feromona - novo cd

Os rumores da contratação deram em burburinho, mais tarde em informação por confirmar e, finalmente, em coisa mais que sabida e comentada. Na mesma medida, as expectativas criaram-se em ponto grande: a Amor Fúria meteu a Feromona no seu cardápio. O vídeo que agora se apresenta é a prova disso mesmo: a Companhia de Discos do Campo Grande vestiu os três rapazes do roque em tronco nu. Agora é a vez da Feromona suar o jersey da nova equipa com a energia do disco que aí vem. E ele, o disco, aquele cujo nome ainda não pode ser pronunciado, fará a sua primeira aparição pública dia 15 de Maio, um sábado que se espera de amor, de fúria, de canções eléctricas e de imaginários hollywoodescos. Será então altura de rumar ao Musicbox e ouvir o sucessor de "Uma Vida a Direito". Pouco depois, dia 19 de Junho, o grupo sobe ao Porto, para concerto no Plano B.